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fonte: newmediarockstars.com

Como seria o filho de Jon Snow e Daenerys Targaryen

À luz da genética, vamos investigar este possível desdobramento da aclamada série Game of Thrones

[CONTÉM SPOILERS]

No terceiro episódio da sétima temporada de Game of Thrones, finalmente foi ao ar uma das cenas mais esperadas pelos fãs: o primeiro encontro entre Jon Snow (Kit Harrington) e Daenerys Targaryen (Emilia Clarke). A expectativa vinha crescendo à medida que a série confirmava a teoria R+L=J, que diz que Jon é um Targaryen, filho de Rhaegar (irmão de Daenerys) e Lyanna, irmã de Ned Stark (que alegava ser seu pai). A confirmação definitiva veio ao fim da sexta temporada, e coloca a Mãe de Dragões como tia direta do Bastardo de Winterfell. O encontro deles não foi tão amigável quanto poderia ter sido, porém, as cenas brilhantemente dirigidas por Mark Mylod deixam entrelinhas que sugerem aos fãs um possível envolvimento amoroso entre os dois: em diversos pontos há mostras de identificação mútua (como quando a moça traz o assassinato de irmãos como algo em comum entre eles), bem como um certo clima de tensão (trocas de farpa muitas vezes antecedem enlaces amorosos no cinema e na TV).

Há outros fatores que reforçam esta teoria. O próprio nome da série – Crônicas de Gelo e Fogo (A song of Ice and Fire, em inglês) faz referência às famílias dos dois personagens: “gelo” se refere aos Stark, que fazem questão de bradar aos Sete Reinos que “o inverno está chegando”, enquanto “fogo” faz alusão aos Targaryen, cujo lema é “fogo e sangue”. Além disso, o melhor entendimento das histórias da Longa Noite e da lenda do Azor Ahai, apresentados em grande parte pelo ponto de vista da personagem Melisandre (que, inclusive, diz ter “cumprido sua missão unindo gelo e fogo”, reforçando ainda mais a possibilidade de um envolvimento entre os dois) no decorrer da série traz as narrativas de ambos convergindo para o ponto atual da trama. Em termos práticos, eles compartilham de um inimigo em comum: Cersei Lannister. Isso por si só já dá a aliança dos dois como algo inevitável em algum ponto no desenrolar da temporada, ao menos num cunho militar. Na verdade, Daenerys, numa primeira demonstração de boa fé, já permitiu que Jon minere as reservas de obsidiana em Pedra do Dragão para construir armas eficazes contra os Outros.

O que impediria que esta aliança transcenda a espada e abranja, também, o coração dos dois?

Mais importante, como seria o fruto desta relação? Do que seria capaz?

A curiosidade gira em torno do fato de ambas as famílias possuírem, digamos, traços especiais, como a habilidade de possuir o corpo de animais – warguismo (Jon Snow já mostrou ser um Warg em diversos momentos na série ao controlar as ações de seu lobo Fantasma) – e imunidade ao fogo (Daenerys saiu ilesa da pira funerária de seu marido Khal Drogo na primeira temporada, e já demonstrou ser imune ao calor extremo em outras oportunidades). Seria o filho ou filha deles o cavaleiro que salvará o mundo dos vivos do Rei da Noite e seu exército de zumbis? Teria as competências necessárias? Ou será que herdaria a loucura de seu avô/bisavô Aerys II?

Fizemos uma análise desta questão, e o resultado está nas linhas a seguir. Lembrando que tudo é especulação e que, num mundo onde dragões rasgam os céus e zumbis tentam atravessar uma muralha imensa feita de gelo, definitivamente não são as Leis de Mendel que irão dizer o que vai acontecer.

Sem mais delongas, vamos lá.

Fogo e sangue

A casa Targaryen foi soberana em Westeros por quase 300 anos. A dinastia foi terminada quando a revolta protagonizada por Robert Baratheon destronou Aerys II, o Rei Louco, pai de Daenerys.

Uma antiga e tradicional casa nobre da finada Valíria, eles possuem como traços marcantes o cabelo loiro platinado, olhos púrpura, afinidade com dragões, resistência ao calor e a doenças, além de uma certa propensão para a loucura e piromania (vide o pai de Daenerys). Todas estas características tão incomuns e tão exclusivas são explicadas pelo fato de os Targaryen serem adeptos do incesto desde os primórdios de sua casa.

Um dos paralelos do mundo real é a Casa de Habsburgo, dinastia que governou, entre outros estados europeus, o Sacro Império Romano-Germânico de 962 até 1806 e o Império Austro-Húngaro de 1827 até 1918, e que ficou conhecida pela prática corriqueira do incesto a fim de se perpetuar no poder. Como consequência, os membros da Família Real Austríaca tinham, em sua maioria, problemas de saúde, sendo o mais comum dentre eles o prognatismo mandibular (doença que inclusive ficou conhecida como “maxilar de Habsburgo”): é possível ver esta característica em diversos quadros retratando monarcas da dinastia. Dom Pedro II, segundo e último Imperador do Brasil, filho de Maria Leopoldina de Habsburgo e Pedro I de Orleans e Bragança, inclusive, possuía uma versão atenuada da doença (diz-se que por isso usava barba comprida desde jovem). A prática foi tão comum na Espanha que Carlos II, último Habsburgo a governar o país e único de seus irmãos a chegar à idade adulta, era tão debilitado que mal conseguia mastigar sua própria comida. Além disso, era infértil, e por isso pôs fim ao domínio da dinastia em terras espanholas.

Isto acontece porque, devido à baixa variabilidade genética, o incesto aumenta, a cada geração, a incidência de doenças autossômicas recessivas. Neste caso, tanto o prognatismo mandibular quanto a “loucura” do Rei Aerys II seriam doenças autossômicas recessivas, e Aerys II seria o equivalente de Carlos II: o monarca em que a condição se manifestou de forma mais pronunciada, resultado de anos e anos de casamentos incestuosos.

Simplificando a genética e classificando esta “loucura”, que chamaremos neste texto de Loucura Targaryen, como uma desordem psiquiátrica ligada a um só gene “t” de herança recessiva (normalmente problemas deste tipo possuem vários genes envolvidos além de gatilhos ambientais), vamos enumerar o que sabemos:

  • Aerys com certeza é “tt”, homozigoto recessivo, portador e afetado pela condição;
  • Rhaella é “Tx”, isto é, pode ser tanto “Tt” (portadora não-afetada) como “TT” (não-portadora), dado que em nenhum momento na série há referências à loucura da Rainha;

Para que o proposto acima seja possível, os pais do casal, Jaehaerys e Shaera Targaryen, que também não eram loucos até onde sabemos (ou seja, está descartada a hipótese de genótipo “tt” para ambos), teriam que ser heterozigotos “Tt” para a condição. Neste caso, as chances de genótipo para seus filhos seriam: 25% TT, 50% Tt e 25% tt.

Capturar

Sabemos que a Mãe de Dragões é portadora do alelo porque seu pai era homozigoto (ou seja, só possuía alelos recessivos para transmitir), o que configura seu genótipo como “tx”. Não iremos descartar a hipótese de Daenerys ser “tt” (afetada) pois diferentes Targaryens podem manifestar a doença em diferentes momentos da vida, a depender de outros fatores, ou seja, não é porque ela não ficou louca ainda que não pode vir a ficar. O cálculo para saber se o outro alelo de Daenerys é recessivo é simples: 0,5 (probabilidade de Rhaella possuir um alelo recessivo) x 0,5 (probabilidade de Rhaella transmitir esse alelo à filha) = 25%. Esta é, também, a probabilidade de Daenerys enlouquecer como o pai no futuro.  

O inverno chegou

Além da Khaleesi, o casal Aerys e Rhaella teve também outros dois filhos: Viserys e Rhaegar. Viserys, o mais jovem dos dois, aparentemente herdou a loucura do pai: nota-se isso em seu comportamento instável e megalomaníaco durante sua curta participação na série (o que ele não apresenta é resistência ao calor, dado a causa de sua morte, sendo que esta herança provavelmente ficou restrita à irmã. Voltaremos neste ponto em breve).

Quanto a Rhaegar, o Último Dragão, o mais velho dos três irmãos e pai de Jon Snow: sabemos que, a exemplo de Daenerys, ele tem genótipo “tx”, com 25% de chance de ser afetado (lembremo-nos que o fato de Rhaegar não ter manifestado sua loucura em vida não quer dizer que ele necessariamente não possui os genes). Dizemos, então, que ou ele é homozigoto e com certeza vai transmitir alelo recessivo, ou ele é heterozigoto e possui 50% de chance de transmitir alelo recessivo. Vamos às contas: 0,25 (probabilidade de homozigose) x 1 (probabilidade de transmitir alelo recessivo em caso de homozigose) + 0,5 (probabilidade de heterozigose) x 0,5 (probabilidade de transmitir alelo recessivo em caso de heterozigose) = 50%. Esta é, por consequência, a chance de Jon Snow ser portador do alelo recessivo da Loucura Targaryen.

A mãe de Jon, Lyanna, por sua vez, era uma Stark. Não há, na série, relatos de Starks afetados por qualquer tipo de distúrbio mental, sendo sua característica genética marcante o “warguismo”, já mencionada neste texto. Além de Jon, os cinco filhos do casal Ned Stark e Catelyn Tully também manifestam a condição, uns com mais intensidade que outros: enquanto Bran é o Corvo de Três Olhos, maior warg de todos, não vemos em momento algum Sansa possuir ou vincular sua mente à de Lady, sua loba de estimação.

A genética desta característica seria um pouco mais complicada: pra começar, nem Ned nem Catelyn nem Lyanna manifestam o fenótipo warg. Há, porém, personagens não-Stark que manifestam a condição: Varamir Seis-Peles, Orell e Haggon, três selvagens de Além da Muralha, fora histórias de outros troca-peles (outro nome dado a um warg) de outros tempos. Isto descarta a hipótese de herança autossômica simples e nos leva a crer que se trata de uma condição multifatorial, influenciada também pelo ambiente: o único ponto em comum a todos os troca-peles mencionados é o fato de terem nascido em algum lugar no Norte.

Este cenário nos leva a crer que talvez seja necessário um gatilho que só exista por lá: o frio, componentes específicos da dieta ou até mesmo a mera presença de lobos-gigantes (restrição geográfica de flora e fauna) são bons candidatos. Não podemos descartar totalmente o componente genético do “warguismo” pois, neste caso, Theon Greyjoy, tendo crescido no mesmo ambiente e exposto aos mesmos estímulos que os irmãos Stark, também seria um Warg, o que não acontece. Na verdade, se fosse apenas o estímulo ambiental, todas as pessoas nascidas ao norte do Fosso Cailin seriam troca-peles, o que, para bem ou para mal, não é o caso.

O cavaleiro da espada flamejante

Já nos debruçamos sobre a genética do lado de Daenerys e de Jon, de modo que agora podemos, finalmente, conjecturar sobre a prole dos dois. A começar pela aparência, nota-se que Jon, sendo filho de Rhaegar e Lyanna, possui um fenótipo majoritariamente Stark: cabelos e olhos negros. Tal fato é geneticamente plausível: em seres humanos, a cor da pele e dos cabelos é um caso de herança poligênica quantitativa, onde quanto mais alelos dominantes presentes em genes específicos, mais melanina, e mais escura a pele e os cabelos. Lyanna transmitiu seus alelos dominantes que escurecem o cabelo, sobrepondo-se aos alelos recessivos transmitidos por Rhaegar. Não é correto, no entanto, dizer que necessariamente o filho de Jon e Dany terá os cabelos do pai, pois os genes de Rhaegar ainda estão lá, só não se manifestam. Nada impede que a herança transmitida por Jon para o filho seja composta de alelos recessivos que, junto com os de Daenerys, farão com que a criança tenha um aspecto mais “Targaryen” do que “Stark”.

Já com relação à doença Loucura Targaryen (gene T):

  • Não há registros de casamentos entre Starks e Targaryen prévios a Lyanna e Rhaegar, de modo que é altamente improvável que Lyanna traga alguma herança Targaryen consigo, sendo seu genótipo provável “TT”. Neste caso, como vimos que há 50% de chance de Jon ter recebido o alelo recessivo do pai, as chances de Jon são: 50% “Tt” e 50% “TT”.
  • Daenerys, por sua vez, traz consigo este mesmo alelo recessivo, isto com certeza, porém, não sabemos se em hetero ou homozigose. As chances, como já vimos, são: 25% “tt” e 75% “Tt”

Para ser afetado pela doença, é preciso que o filho receba um alelo recessivo do pai e um da mãe. Para isso, é necessário levar em conta a probabilidade de Jon Snow possuir este alelo junto à probabilidade de ele transmitir este alelo, além da probabilidade de Daenerys transmitir um alelo recessivo. Esta, por sua vez, depende de seu genótipo: ou ela é “Tt” (75% de chance, como já vimos), e a probabilidade de transmissão do alelo recessivo é de 50%, ou ela é “tt” (25% de chance), e neste caso, a probabilidade de transmissão é de 100%. Vamos às contas: [0,25 (chance de Dany ser “tt”) x 1 (chance de transmitir alelo recessivo nesse caso) + 0,75 (chance de Dany ser “Tt”) x 0,5 (chance de transmitir alelo recessivo nesse caso)] x 0,5 (chance de Jon Snow possuir o alelo recessivo) x 0,5 (chance de Jon transmitir esse alelo) = 15,62% de chances de herdar a Loucura Targaryen. Pouco menos que os 25% de sua mãe.

Um raciocínio semelhante pode ser usado para a resistência ao calor que alguns Targaryen possuem, tornando possível estimar as chances do filho de Daenerys e Jon possuir tal capacidade, a exemplo da mãe. O que sabemos é:

  • Trata-se de uma condição também de herança autossômica recessiva (a exemplo da Loucura), uma vez que só é manifestada por Targaryens na série, dada pelo gene “F”;
  • Nem Rhaegar nem Viserys manifestam a característica. Sabemos disso porque Viserys é “coroado” por Khal Drogo com ouro derretido no primeiro volume da série, o que leva à sua morte. Fosse ele resistente ao calor, não teria sofrido dano algum. Quanto à Rhaegar, assumimos sua vulnerabilidade ao calor tal qual à do irmão, considerando que a resistência ao calor extremo uma característica difícil de passar despercebida e, mesmo assim, não há relatos que coloquem Rhaegar como resistente ao fogo;
  • Com raciocínio semelhante, inferimos que nenhum outro Targaryen fora Daenerys manifesta a característica.

Dado isto, temos que: Daenerys seria homozigota “ff”, enquanto Viserys e Rhaegar seriam “Ff” ou “FF”. O que sabemos é que, para que Daenerys seja “ff”, Rhaella e Aerys ambos devem ter possuído ao menos uma cópia do alelo recessivo cada. Assim sendo, temos duas possibilidades: ou os dois são heterozigotos e teremos Rhaegar com 25% de chance de ser resistente ao fogo (possibilidade descartada), 25% de chance de sequer ser portador do alelo (“FF”) e 50% de chance de ser portador não-afetado (“Ff”). Podemos, agora, calcular a chance de ele ter transmitido este alelo a Jon (e, portanto, a chance de Jon ser portador do alelo que dá resistência ao fogo): 0,25 (chance de Rhaegar ser portador do alelo recessivo) x 0,5 = 37,5%.

Por fim: 0,375 (chance de Jon ser portador do alelo “f”) x 0,5 (chance dele transmitir este alelo) x 1 (chance de Daenerys transmitir o alelo “f”, uma vez que ela é homozigota) = 18,75%.

A última característica analisada, o warguismo, dada pelo gene “w” é um pouco mais complicada. Sabemos que Jon é warg, ou seja, possui o gene “w” e foi exposto ao gatilho ambiental. Este gene necessariamente veio de Lyanna, uma vez que não há registros de wargs Targaryen (é possível imaginar que a capacidade de montar dragões seja uma espécie diferente de “warguismo”, mas não vamos levar essa possibilidade em consideração aqui). Um gene que não era manifestado na mãe mas é manifestado no filho: pode ser que se trate de uma herança recessiva ligada ao X. Isso explicaria o fato de haverem mais homens wargs do que mulheres. Se for o caso, a criança oriunda da relação entre Jon e Daenerys não teria como ser troca-peles, pois ainda que Jon transmitisse um cromossomo Xw (nesse cenário, eles teriam uma menina), Daenerys forneceria um cromossomo XW, e o genótipo seria XwXW e, sendo o “warguismo” uma condição recessiva, não se manifestaria neste cenário. Porém, não podemos ter certeza: a não-manifestação do “warguismo” em Lyanna pode ser por conta de vários outros fatores.

Uma outra hipótese é a de que, apesar de ter o gene “w”, Lyanna não foi exposta ao estímulo necessário e manteve seu “warguismo” em estado latente. Jon, por sua vez, tendo manifestado a condição herdada da mãe, daria fortes indícios de que o “warguismo” se trata de uma herança autossômica dominante, que se manifesta mesmo em heterozigose. Neste caso, com certeza seu filho herdará também a condição, independente do DNA de Daenerys.

À parte da genética, lembremo-nos de que a manifestação do “warguismo” requer exposição a um estímulo ambiental que só existe no Norte. Não importando qual das duas hipóteses supracitadas seja verdadeira, em todo caso o filho (ou filha) de Gelo e Fogo teria que ser exposto a este estímulo e torcer para manifestá-lo uma hora ou outra. Com o inverno se intensificando e as tropas do Rei da Noite marchando a todo vapor, isso pode não ser uma boa ideia.

Por fim, teríamos o seguinte heredograma para as últimas gerações da Família Targaryen:

pedigree
Nossa conclusão, portanto, é que, à luz da genética mendeliana, as chances de uma eventual cria manifestar as habilidades que tornam seus pais tão especiais não são lá tão altas como era de se esperar. Entretanto, a biologia não é uma ciência exata e, como já foi dito, não há registro de casamentos prévios entre Starks e Targaryens fora Lyanna e Rhaegar, e o fruto desta relação foi capaz, entre outras coisas, de voltar dos mortos. O ponto é: não sabemos o que mais a combinação entre as genéticas Stark e Targaryen reserva. É possível, por exemplo, que o filho do casal seja capaz de “wargar” Dragões, ou ser resistente ao frio extremo. E, como vimos, é possível que ele acabe ficando louco como o avô. E ele pode ser tudo ou nada disso. Na melhor das hipóteses, teremos uma pessoa sábia e justa, capaz de controlar lobos e dragões, resistente ao calor e ao frio extremo, que seria enfim o salvador que Westeros necessita, com toda a sua genética a seu favor na batalha contra os mortos. Na pior, teremos um novo Aerys com todos esses poderes fantásticos, o que seria a ruína completa dos Sete Reinos. Não há como saber, a não ser acompanhando a série e lendo os livros.

Afinal, o inverno já está aí.

Escrito por José Gois Junior

ATUALIZAÇÃO: no episódio do dia 06/08 (s07e04), o diálogo entre Davos e Jon Snow, nas escadarias de Pedra do Dragão, mostra o Cavaleiro das Cebolas dizendo ter visto Jon olhando para o “coração bom” de Daenerys, fazendo referência ao busto da moça. Foi a primeira vez em que surgem indícios de “segundas intenções” entre eles. Além disso, outras cenas mostram o estreitamento do vínculo militar entre eles, como quando Daenerys pede o conselho de Jon sobre sua estratégia de dominação dos Sete Reinos. (texto atualizado em 07/08/2017 às 11:21)

 

Sobre o autor:Grupo Genera

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