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Homem com dúvida

7 mitos sobre exames de DNA

 

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1 – DNA precisa ser feito pelo sangue?

Não! O exame de DNA pode ser feito com os mais diversos materiais biológicos, uma vez que todos os componentes do nosso corpo têm material genético para ser analisado. As amostras mais comuns e mais recomendadas são as amostras de sangue e de saliva, que normalmente são utilizadas em postos de coleta. Entretanto, ainda podem existir outras amostras com as quais é possível realizar o teste de paternidade, são as chamadas amostras forense, como cabelo e unhas.


 

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2 – Quando o bebê é recém nascido não dá para fazer DNA.

Mito! O exame de DNA pode ser realizado em qualquer idade. Nosso material genético é o mesmo em todas as etapas da vida. Também é possível realizar o exame com o bebê ainda na maternidade, basta solicitar uma coleta em domicílio. Neste caso, um de nossos profissionais será encaminhado à maternidade onde está o bebê para realizar a coleta de material genético do recém nascido.


 

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3 – Não dá para fazer DNA antes do bebê nascer.

Mito! É possível realizar o exame de DNA antes mesmo do bebê nascer. O teste de paternidade na gestação pode ser realizado de duas formas: através do líquido amniótico ou pelo exame não invasivo utilizando o próprio sangue da mãe. Isso ocorre, pois uma pequena quantidade de DNA do bebê passa para o sangue da mãe através da placenta durante a gestação. O exame não invasivo é tão confiável quanto o exame pelo líquido amniótico e ainda não representa risco para o feto.


 

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4 – Dá pra fazer DNA com cabelo cortado?

Infelizmente, não. O fio de cabelo em si não contém material genético o suficiente para ser analisado. Quando o exame de DNA é feito por cabelo, é necessário que o fio apresente o bulbo, uma pequena estrutura branca localizada na raiz do cabelo.


 

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5 – Se for primo da mãe pode dar falso positivo?

Não! Embora pessoas da mesma família tenham o material genético semelhante, isso não altera o resultado do exame de DNA neste vínculo de parentesco específico.


 

FINADOS8 - 31/10/2010- SAO PAULO - GERAL/CIDADES - Cemiterio da Consolacao - O policiamento sera reforcado nos cemiterios durante o feriado de finados - FOTO LEONARDO SOARES/AE

6 – Não dá para fazer DNA com pessoas mortas.

Mito! É possível realizar o teste de paternidade com falecidos, este exame é chamado de exame de DNA pós exumação ou post mortem. Neste caso, o material genético é extraído dos ossos do falecido e comparado com as amostras de referência. O exame post mortem diminui sua chance de sucesso conforme o passar do tempo devido ao deterioramento do material genético.


 

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7 – Se o exame for barato é porque é ruim.

Mito! Utilizando as tecnologias mais avançadas e uma rotina laboratorial otimizada é possível realizar um exame de DNA confiável, altamente preciso e com custo acessível. Nossas análises são feitas em duplicata, ou seja, quando um teste de paternidade é negativo são repetidas todas as amostras dos envolvidos.

Sobre o autor:Grupo Genera

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